quinta-feira, 6 de outubro de 2011

TREKKING EM PIRACICABA

            A chamada para o trekking em Piracicaba no dia 17/07 foi bastante atraente e, por ser durante o inverno os participantes seriam poupados dos percursos em água e barro, marca registrada desta organização e que faz todo o diferencial numa prova.
            Eu, Melinha e Igor saimos cedinho de casa e a previsão prometia um dia ensolarado. Para chegarmos ao local da prova seguimos todas as dicas que o Bêni sempre coloca no site, chegamos sem erro ou atropelos, beleza!
            Fizemos o check in, pegamos a planilha, tomamos nosso café da manhã fornecido pela organização, ouvimos as explicações da prova, calculamos nossos tempos e esperamos de nossa larga.


                                                          Acertando cronômetro

                                                            Aula para iniciantes ao fundo



                                                Fazendo cálculos


                                                       


            Fomos a  4ª equipe a largar e, o sol esquentando.
           
            Desta vez a prova contou com reconhecimento de imagens, deveria ser anotado a hora e o PC, então mira, um olho no tempo e na metragem e, outro bem atento na imagem e no percurso. Parece complicado, mas não é, simplesmente você precisa ficar atento a tudo!
            O ficar atento a tudo é o diferencial no Trekking, portanto não é uma simples prova ou caminhar, você tem de usar todos os sentidos e o melhor, em equipe! O bom é isso, se você não estiver disposto a pisar na água (quando o trajeto são poucos metros) os outros componentes cumprem; na hora de dar o veredicto se aquele local é o mesmo da foto todos opinam (uns são mais observadores que outros o que ajuda bastante);  dá tempo de tirar fotos do percurso; ajudar a calcular;  ver se o PC está em nossa área de visão (as vezes é preciso aguardar uns segundos para se apresentar ao PC e não podemos ficar aguardando cara a cara, senão somos penalizados com pontos perdidos). Por tudo isso se percebe que é uma prova de aventura também!

            Um trecho dessa prova percorremos no centrinho com um calçadão bem largo que margeia o Rio Piracicaba, onde também estão instalados vários restaurantes.  Já eram 11 hs, o movimento dos garçons e das churrasqueiras aquecendo era grande, vi muitas postas de peixe enormes de uns 30/35 cm de largura por uns 5 cm de altura, todas sendo pré assadas aguardando o horário do almoço. Realmente o lugar merece um passeio de domingo com a família!

                                                          A espera do almoço!

R. do Porto
                                                           
                                                         Rua do Porto

 Rua do Porto

             No Parque da Rua do Porto cumprimos ramificação da cartilha 01, com percurso de 27 min,  além de caminhar pelo Parque, margeamos também por 400 m. uma cerca para depois enfrentar uma ladeira íngreme e o melhor jeito foi escorregar tipo “skibunda” e em 40m encontrar o ponto de partida.

          Terminada a cartilha 1 voltamos a Av. Beira Rio. Na referência 8 teríamos 20 min. para conhecer a casa do Povoador. Essas paradas para visitação e descanso são ótimas para ajustar nosso tempo na prova, refazer cálculos, vez que em determinadas referências são fornecidas velocidade/m de trechos seguintes.
Casa do Povoador
                                                  


Continuando na rota, a próxima etapa seria o Museu da Água, onde o PC iria informar a metragem da próxima referência.  Assim que entramos no Museu da Água pudemos identificar a 1ª imagem, vimos a queda do rio Piracicaba




 Seguindo a planilha a indicação era voltar  pela Av. Beira Rio e seguir pela Ponte Pênsil que tem um ar de nostalgia. Depois da paradinha rápida para fotos caminhamos sobre o Rio Piracicaba numa extensão de 77 mt, que foi espetacular.


                                                              Ponte Pênsil ao fundo

Parada para foto antes de cruzar a Ponte Pênsil
          

Ponte Pensil e ao fundo Engenho Central

Enfim chegamos ao Engenho Central!


Vista aérea do Engenho Central, às margens do Rio Piracicaba

Casarão do Engenho Central





Mais a frente do lado direito encontramos o Mirante cujo percurso estava especificado na Cartilha 02 com tempo de 32 min.

            Para a identificação da imagem 2  precisamos observar em cada Mirante todos os pormenores do local até encontrarmos o local correto de onde foi tirada aquela foto.

                                              Local da foto 2 identificada

 

Cascata do R. Piracicaba vista d oMirante
            Depois de concluído o percurso da prova num sol escaldante cruzamos a linha de chegada e entregamos o papel com a identificação dos lugares da fotos para computo dos pontos.


           Descansamos alguns minutos, pois logo foi servido o almoço com um delicioso peixe a milanesa, frango, arroz, feijão, salada.

Depois do almoço

            Após o almoço, aos costumes Beni anunciaria a classificação das equipes desta etapa. Iniciou pela identificação das fotos, porque uma delas era pegadinha, e adivinhem, nós e algumas outras equipes chutamos o horário de passagem pelo local, na intenção de não deixar o espaço em branco, muito embora nossa equipe não tenha identificado a foto por nenhum local do percurso, concordamos em chutar horário. Isto nos valerá para próximas etapas com identificação de imagem, se não encontrar, não marque!
            A imagem era de algum lugar de Minas Gerais, perdemos 500 pontos. Por divergência de cronometragem desta vez fomos muito, mas muito mal na prova e nos rendeu o famoso e não querido Troféu Abacaxi, estou ficando expert em abacaxi.

            Nosso moral ficou lá no chão, pois numa prova conseguimos uma premiação de 3º lugar e na outra o inverso, mas não perdemos a esportiva e nem a esperança de estarmos numa melhor colocação na próxima prova.
            Nosso lema:


   








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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

TREKKING NOTURNO – SÃO CAETANO DO SUL

 
*Atualizando meu diário de corridas/trekking.*





  
   No dia 19/06/2011 participamos do nosso 1º trekking noturno que aconteceu em São Caetano do Sul, aliás, meu 1º noturno e 1ª prova para Melinha e Igor, vez que maridão continuou a amarelar e ficou em casa, curtindo um filminho mais a Syssi.
   Para essa prova tivemos de providenciar lanternas de cabeça e mão, embora o percurso fosse pelas ruas de São Caetano, ou seja, trecho urbano exceção do Parque Chico Mendes, confesso que para ler as rotas e cronometrar o tempo precisamos/necessitamos dos aparatos.
   Como o Bêni comentou quando do nosso check in, a prova não teria tantas dificuldades, tenho para mim que ele pressentia que a semana que antecederia ao evento seria de Luto,  pois sua mãe que já estava hospitalizada viria a falecer na quarta-feira da semana da prova, falamo-nos sobre perdas, percurso da prova e apesar de estar abatido sua dedicação e atenção aos participantes continuava igual.
   Com a planilha em mãos fizemos uma leitura atenta e aguardamos pelo curso para os iniciantes, realizado antes da largada.
   Após o curso sobrou alguns minutos para fazer os cálculos e distribuir as tarefas como: quem será o navegador, contador de passos ...





     A largada aconteceu às 19h, na Avenida Kennedy e, além de passar por algumas das principais ruas da cidade, teve trilhas no interior do Parque Chico Mendes.



 
   Após a largada que se deu pelo canteiro central, pegamos uma rua a direita e na sequencia numa bifurcação encontramos o 1º PC, marcamos o tempo e ladeira acima, seguindo a rota chegamos na ramificação da Referência 05, ou seja, uma praça enfrente a uma igreja onde estava sendo celebrado um casamento, portanto, havia muitos carros estacionados. Anotamos os dados indicados e através de soma obteríamos a velocidade do Trecho B. Neste ponto chamou minha atenção a presença de 2 motos da guarda civil na praça. Depois das fotos, anotado os dados os guardas nos indagaram  se éramos a última equipe participante. A prova também contava com esquema de segurança aos desportistas.



   Finalmente chegamos ao Parque Chico Mendes passamos pelo PC e tivemos tempo para descanso, hidratação e cronometragem para os próximos percursos.




    Depois de concluído o percurso dentro do Parque decidimos caminhar devagar para o próximo PC. Ainda bem que nos adiantamos, porque a caminhada foi cruel (rs),  seguimos pela rua Espírito Santo a fora, enfrentamos uma descida e sua continuação era nada menos que uma ladeira acentuada. A rua tinha iluminação pública precária o que nos obrigou a caminhar com a lanterna de cabeça acesa causando estranheza nos moradores que nos observavam.  Neste trecho da prova nossa contadora de passos falhou gerando dúvidas para encontrar a Rua Monte Alegre, que nos levaria para o próximo PC e para a etapa que seria cumprir o percurso da Cartilha 02 foi quando olhei para trás e vi um monte de lanternas acesa ­ – eram as outras equipes correndo atrás do tempo perdido.
   A Cartilha 02 deveria ser cumprida em 22 min, incluído o descanso (usado para checar se estamos no tempo estabelecido para a prova ou descontar eventuais atrasos da equipe para se adequar ao tempo). Concluída este trecho encontramos o PC que anotou nosso tempo e fizemos um pit stop para degustar uma saborosa esfiha aberta tamanho mini- brotinho (esqueci de fotografar!).
   Após essa parada seguimos para a última etapa da prova, o percurso foi pela av. Goiás, uma das ruas mais famosas de S.Caetano do Sul, encontramos mais uns 3 PC (para controlar nossa regularidade), caminhamos por 3,5 km entre a Av. Goiás e Av. Pres. Kennedy até  o portal da chegada.    
   Como a prova é de regularidade os PC ficam em lugares estratégicos e sem que os participantes tenham conhecimento de sua existência, pois o que conta é a equipe estar atenta ao cronômetro, a velocidade dos percursos, então caminhar rápido ou correr não são estratégias aplicadas a todos os trechos da prova.
   Fazer uma prova noturna requer mais atenção ao percurso, a planilha e aos PC’s  por conta da visibilidade e ter a necessidade de usar lanternas tornou a prova mais emocionante.
   Fica a homenagem ao Bêni que sempre demonstrou  preocupação com os participantes das provas e no caso desta não foi diferente, sempre muito atento com a segurança de todos e a Prefeitura do Município de São Caetano do Sul que convocou a Guarda Civil para acompanhar a prova, nossos agradecimentos!
   Depois de cruzamos o portal da chegada sob o luar de uma noite quente aguardamos os resultados......  






  
   Chegava a hora de anunciar os vencedores, o ganhador do premio Abacaxi, neste momento há uma mistura de emoções – satisfação da prova terminada e o temor de não ser a equipe lanterna a levar o troféu Abacaxi.
   Quando Bêni anunciou a equipe que levaria o troféu Abacaxi, respiramos até aliviados, escapamos! 
   Depois ele foi informando a pontuação das outras equipes em ordem decrescente até anunciar o ganhador da 3ª colocação Principiante: Urbi & Orbi! Nem acreditei, na primeira prova da Melinha e Igor fomos bem classificados com direito a Troféu.






    Nem preciso comentar que voltamos para casa hiper-super felizes, não só pelo troféu, mas também pelo encanto da prova noturna, pela organização, pela cidade super limpa e organizada, pela segurança e pelos colegas participantes.
   Chegamos em casa quase meia-noite, o maridão e Syssi estavam dormindo, mas acordaram ao nosso som de vitória. Maridão não acreditou, Syssi ficou com uma invejinha branca, mas tiveram que suportar nossa alegria de Vencedores!
   Nosso troféu está guardadinho na estante da sala a espera de outros mais.











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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Em louvor quem chega depois





A inspiração dos últimos é gloriosa: eles vão em frente ainda que cada centímetro torça os músculos



   A SABEDORIA popular promete, em tom que cheira a acomodada e crédula religiosidade, que "os últimos serão os primeiros".
   Lamento informar que isso não condiz com a dura realidade. O fato é que os últimos chegam mais tarde, depois. O que não é desdouro nenhum, pelo menos no maravilhoso mundo das corridas de rua.
   Ao contrário, como comprovam muitas histórias transcorridas em maratonas e corridas menos longas.
   Na maratona de White Rock, realizada no mês passado nos EUA, o derradeiro corredor foi um sujeito de 44 anos que terminou quando a música já tinha sido desligada e os fotógrafos contratados para capturar o momento da chegada já estavam em casa descansando, descrentes de que ainda haveria algum incauto correndo.
   Douglas Hartman não estava nem aí. Dolorido e emocionado, cruzou chorando a linha de chegada após mais de oito horas. Ele nunca havia chegado perto dos 42.195 metros nem treinara para o desafio, mas enfrentou a distância para homenagear a mulher, morta havia um ano.
   Quase nunca são tão dramáticas as razões que levam alguém a se manter de cabeça erguida, decidido a dar mais um passo e outro ainda, apesar de o esforço parecer sobre-humano. Vejo isso nas maratonas e nas ultras, mas também em provas curtas, que recomeço a frequentar neste período em que me recupero de uma lesão.
   Numa recente corrida de seis quilômetros, fiquei impressionado com o esforço feito por homens e mulheres para completar o percurso.
   A maioria dos corredores já tinha ido embora, e os últimos seguiam com insistência, como a mandar um recado: "Eu vou conseguir". Ou, numa fala mais compatível com o suor que empapa o corpo: "Eu sou f***!".
   De fato, esses corredores são inspiradores e poderosos. Com certeza, não têm o treino nem a capacidade dos velocistas, não levam troféus nem disputam postos, mas demonstram vontade inquebrantável e completo desprezo pela competitividade mesquinha e inútil que não poucas vezes serve de motor para quem participa de uma corrida ("vou passar aquele cara de qualquer jeito").
   A inspiração dos últimos é mais gloriosa: desafiam com galhardia a distância, vão em frente ainda que cada centímetro torça músculos e maltrate a carne -que, como sabemos, é fraca. O espírito, porém, é indomável: os últimos chegam depois, mas são sempre campeões.


 
RODOLFO LUCENA (Folha de S.Paulo, 18/01/2011)










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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

CORRIDA E CAMINHADA DROGA MATA & ESPORTE SALVA







VAMOS ABRAÇAR ESTA CAUSA?!


Acontecerá no dia 18/09, a 4ª CORRIDA E CAMINHADA DROGA MATA, então anote:
DIA DO EVENTO - 18/09/2011
LARGADA: 8h
LOCAL: CENTRO DA VILA MATILDE - SÃO PAULO
             200 METROS DO METRÔ GUILHERMINA.
PERCURSO 5KM Corrida de rua
                   2KM Caminhada
PUBLICO ALVO: adultos, menor acompanhado pelo responsável
INSCRIÇÃO E MAIORES INFORMAÇÕES:  corridadrogamata@terra.com.br
VALOR: 02 KILOS DE ALIMENTOS
SITE DO EVENTO: http://www.drogamata.com.br/


Já efetuei a minha inscrição e de família, venha vc também!!!

Ana Maria










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